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PSICOLOGIA ADULTOS E CASAIS

-PSICOTERAPIA

-PSICOTERAPIAS E ALGUMAS ABORDAGENS

-O VÍNCULO TERAPÊUTICO

-PSICANÁLISE

-HIPNOTERAPIA

-RESUMO

-ATUALIZAÇÃO

-BIBLIOGRAFIA

PSICOLOGIA INFANTIL

-ORIENTAÇÃO VOCACIONAL  E PROFISSIONAL

-TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

 

PSICOLOGIA ADULTOS E CASAIS - Claudete de Morais

PSICOTERAPIA

A psicoterapia é um processo de autoconhecimento que desenvolve a capacidade de auto-observação, levando a um crescimento pessoal, a um olhar para si mesmo, carinhoso e construtivo. Possibilita ao indivíduo, efetuar leituras de seus sentimentos, pensamentos e ações, permitindo uma compreensão do padrão comportamental adotado por ele. Desenvolve a habilidade de administrar as emoções, a lidar com as dificuldades do ser humano, diante de crises existenciais, conflitos conjugais e familiares, como também é um importante recurso para o tratamento de transtornos mentais, distúrbios psicossomáticos.

O processo terapêutico oportuniza a compreensão e a mudança de padrões de vínculos afetivos e a melhoria das interações sociais, refletindo na melhoria em sua qualidade de vida.

A Psicoterapia possui também uma função educativa, preparando o indivíduo para a vida, pois possibilita um espaço de reflexão e de construção, que servirá na orientação das escolhas e posturas adotadas na ciranda da vida.

 

OS PRAZOS ADOTADOS NOS PROCESSOS TERAPÊUTICOS

Os prazos estão relacionados com os objetivos definidos, dependendo da abordagem adotada. Em Psicoterapia Breve em que são focados os objetivos específicos há possibilidade de atingir resultados significativos em períodos de 3 meses à 12 meses, em outras abordagens, há muitos processos terapêuticos profundos que se encerram satisfatoriamente em prazos inferiores à 3 anos.Há casos que necessitam de um trabalho terapêutico mais prolongado. 

A terapia também pode ser entendida como um acompanhamento do processo de vida do indivíduo, onde são trabalhadas as situações do cotidiano e todas as transformações que ocorrem ao longo desta jornada. Nestes casos o processo terapêutico não tem prazo definido, dependerá do comum acordo efetuado entre o terapeuta e o cliente.

 

 

PSICOTERAPIAS E ALGUMAS ABORDAGENS

A área da Psicologia conta atualmente com várias escolas teóricas, apoiadas na fundamentação teórica, se estruturam as abordagens terapêuticas. Abordagens que mais tem se destacado: Psicanalítica, cognitiva-comportamental, Fenomenológica-existencial, etc. com vários ramos e derivações. 

As teorias psicológicas apresentam quatro elementos básicos:

       -Teoria sobre a estruturação e funcionamento da mente humana.

       -Teoria do desenvolvimento psicológico do ser humano.

       -Teoria dos Transtornos Mentais e Distúrbios Psicossomáticos.

       -Teoria do processo terapêutico.

 As teorias  oferecem um embasamento teórico, fundamentadas na prática terapêutica, já cientificamente comprovadas, o que permite ao terapeuta desempenhar com segurança seu trabalho.

Há alguns tipos de psicoterapia, conforme as necessidades e a configuração dos problemas, sendo os principais:

Psicoterapia Individual para crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Psicoterapia de Grupo

Psicoterapia de Casal 

Psicoterapia de Família

Psicoterapia Institucional

Atendimento em situações de Emergência e Crise

 

O VÍNCULO TERAPÊUTICO

 O sucesso de um processo terapêutico, também está relacionado com o vínculo terapêutico estabelecido entre terapeuta e seu paciente. Ao estabelecer o enquadre clínico, com um vínculo que favoreça a expressão dos sentimentos, possibilitando o acesso ao mundo interno, numa relação de transparência e respeito por este ser, é o que promoverá as transformações, refletindo na melhoria da sua qualidade de vida.

 

PSICANÁLISE

A psicanálise é um método de tratamento psíquico e de investigação do inconsciente desenvolvido por Sigmund Freud (1856-1939).     Nascido no ano de 1856 em Freiberg, na Morávia, Sigmund Freud é considerado o pai da psicanálise. Estudou medicina na Universidade de Viena e desde cedo se especializou em neurologia. Seus estudos foram os pioneiros acerca do inconsciente humano e suas motivações. Ele, durante muito tempo (de fins do século passado até início do nosso século), trabalhou na elaboração da psicanálise.   O método psicanalítico de Sigmund Freud consistia em estabelecer relações entre tudo aquilo que o paciente lhe mostrava, desde conversas, comentários feitos por ele, até os mais diversos sinais dados do inconsciente.

“ A teoria Psicanalítica fundamenta-se no estudo de sexualidade infantil, do inconsciente, da transferência, do conflito psíquico, como o responsável pela a formação dos sintomas e de aspecto do caráter considerado patológicos. E propõe modificações de caráter através da obtenção de insight a análise sistemática da neurose.” (Cordioli, AristidesVolpato, 1993, p 04)

Este método da ênfase as associações livres do paciente como um meio de acesso a conteúdos inconscientes. A interpretação psicanalítica busca pontuar alguma coisa inconsciente a tornar-se consciente, pelo processo de nomeá-la no momento em que está lutando por irromper, possibilitando ao paciente perceber suas resistências e tomar conhecimento de suas reais dificuldades.

Freud salientava que somos regidos por dois instintos, o Instinto de vida e o instinto de morte. Enfatizava a influência dos impulsos na vida do ser humano e seus conflitos em decorrência da repressão dos mesmos, pontuando que os impulsos irracionais retratam nossos pensamentos, sentimentos e podem traduzir nossas necessidades que foram reprimidas e que numa avalanche muitas vezes vem a tona, por ex o instinto sexual. Como também podem apresentar-se disfarçados de várias formas e que às vezes não chegamos a ter consciência de nossos desejos, pois eles são por nós proibidos, isto é reprimidos.

Freud revolucionou quando defendeu a hipótese que existe uma sexualidade infantil, o que era absurdo na época, contrariando aqueles que dizem que a sexualidade só surge no início da puberdade, defendendo a idéia da repressão de nossos desejos sexuais, os quais foram reprimidos quando éramos crianças, Estes desejos e instintos, sensibilidade sensitiva que todos nós temos, são a parte inconsciente de nossa mente chamada ID. É onde armazenamos tudo o que foi reprimido, todas as nossas necessidades insatisfeitas. "Princípio do prazer" é esta parte que existe em cada um de nós. Mas existe uma função reguladora deste "princípio do prazer", que atua como uma censura ante aos nossos desejos, que é chamada de EGO. Precisamos desta função reguladora para nos ajustarmos em nosso contexto social.

        Desde pequeno somos educados a adotar posturas adequadas, as quais são aceitas pelo o grupo social ao qual pertencemos. Sabemos que para sermos aceitos temos que nos adequar a determinadas regras estabelecidas por este consenso social, A consciência do que podemos ou não fazer, de acordo com as regras desta sociedade, é a parte de nossa mente denominada SUPEREGO (princípio da realidade). O Ego vai se apresentar como regulador entre o Idi e o Superego, para que possamos adequar nossos desejos com que é moralmente aceito pela a sociedade. A repressão de nossos desejos, com o passar do tempo será o desencadeante de vários conflitos e transtornos emocionais. O paciente neurótico está sempre em conflito, lutando para eliminar de seu consciente, tudo aquilo que o perturba (desejos reprimidos) mas que são moralmente condenáveis.

A psicanálise fundamenta-se sobre três pilares: a censura, o conteúdo psíquico dos instintos sexuais e o mecanismo de transferência. A censura é representada pelo superego, que inibe os instintos inconscientes para que eles não sejam manifestados. Muitas vezes a tarefa do superego não é desempenhada adequadamente, a censura é manipulada, num processo de disfarce, desenvolvendo sintomas neuróticos. Estes sintomas estão a assinalar que algo esta errado, provocando sofrimento. Existem diversas formas de manifestarmos nossos instintos inconscientes: os atos falhos, que podem desnudar os segredos mais íntimos e os sonhos. Os atos falhos são ações inconscientes, que retratam desejos reprimidos e que podem estar presente estão em nosso cotidiano. Nos sonhos, o nosso inconsciente (id) se comunica com o nosso consciente (ego) e revelamos o que não queremos admitir como desejo, pelo fato da sociedade recriminar (principalmente os de caráter sexual). Os sonhos são restos diurnos, somados a desejos não realizados e fatos traumáticos, que são processados de forma mascaradas para resgatar e suprir estas necessidades.

Os instintos sexuais são os mais reprimidos, por conta da religião e da moral defendida pela sociedade. Dentro deste contexto o mecanismo de censura torna-se mais falho, desencadeando os sintomas neuróticos. Freud afirma em sua teoria sobre a sexualidade, que há sinais destes instintos no início da vida extra uterina, constituindo a libido.

    A libido é aflorada no ser humano a partir do nascimento à puberdade, períodos de gradativa diferenciação sexual. O período inicial, onde a libido está direcionada para o próprio corpo, constitui a fase oral  de 0 à 02 anos e a fase anal de 02 à 04 anos. O período edipiano, que se caracteriza por uma fixação libidinal entre os 4 e os 5 anos,  também conhecida como "complexo de Édipo", pelo qual a libido, já  é dirigida aos objetos do mundo exterior, fixa a sua atenção no genitor do sexo oposto, num sentido evidentemente incestuoso. O período de latência, iniciado logo após a fase edipiana, só irá terminar com a puberdade, quando então a libido toma direção sexual definida.

A saúde emocional do indivíduo está muito relacionada ao bom desenvolvimento destes períodos, Traumas, fixações em uma dessas fases poderão ser o desencadeante de transtornos emocionais..

Último dos pilares da psicanálise, a transferência, é uma ferramenta importantíssima no tratamento do paciente. O vínculo estabelecido entre analista e paciente possibilitará o acesso ao mundo das emoções, permitindo ao paciente transferir para o analista suas pulsões.tanto positivas como negativas. É através dos conteúdos contratransferências que o analista poderá sentir e compreender melhor o que seu paciente sente. O aflorar destas reações e a análise sistemática da transferência é o que constitui o ponto central da Técnica psicanalista.

 

 

HIPNOTERAPIA

 

A Hipnoterapia é um procedimento que utiliza a hipnose como parte predominante do conjunto terapêutico. A Hipnose não é uma terapia, é somente mais uma ótima ferramenta utilizada num processo terapêutico, que contribui para acessar o inconsciente de uma maneira ágil. Pode ser exercida por profissionais especificamente preparados, e que atuam nas áreas da: medicina, psicologia, odontologia, com fins clínicos. Deve observar as precauções que a ciência e a ética requerem, tanto do profissional que a emprega, como do paciente que a aceita.

 

“Hipnose é um estado alterado de consciência”, ou “ é um estado de consciência no qual o conhecimento que você adquiriu durante toda sua vida e que você  usa automaticamente torna-se , de repente, disponível [...]” (Milton H. Erickson.)

“Hipnose é um estado temporário de atenção modificada que se caracteriza por uma sugestionalidade aumentada[...]’’(Abrahan Mason.)

“Hipnose abrange qualquer procedimento que venha causar, por meio de sugestões, mudanças no estado físico e mental, podendo produzir alterações na percepção, nas sensações, no comportamento, nos sentimentos, nos pensamentos e na memória [...]” (Sociedade Brasileira de Hipnose.) 

“Hipnose é um estado de estreitamento de consciência, geralmente provocado artificialmente, que se parece com o sono, porém dele se distingue fisiologicamente[...]” (Antonio Carlos  de Moraes Passos.)

 

O OBJETIVO DA HIPNOTERAPIA ERICKSONIANA 

 

“A indução e manutenção do transe servem para promover um estado psicológico especial, no qual os pacientes podem reassociar e reconhecer suas complexidades interiores e utilizar suas próprias capacidades em manejá-las de acordo com suas experiências de vida[...]” ( Milton H. Erickson, The Collet Paper,1980, vol.4, p.18)

A Hipnose otimiza e maximiza, em qualquer tratamento, todos os resultados, além do relaxamento, reeducar o ritmo orgânico, o que gera saúde.

Alguns autores, a nível neuroendócrino, sugerem que a hipnose, por si só, em alguns casos, pode auto-regular o organismo.

XLV – Mecanismos Neuropsicofisiológicos da Hipnose

MELLO,P. (2000) – Dissertação de Mestrado Universidade Metodista de São Paulo

 

 

RESUMO

 Temos observado que nos últimos anos a hipnose vem sendo cada vez mais utilizada nos meios científicos e acadêmicos como importante instrumento de estudo e auxilio clínico nas áreas de Medicina, Psicologia e Odontologia. A cada ano o número de artigos publicados na área aumenta visivelmente. Com o avanço tecnológico, a hipnose vem sendo estudada por meio de exames como eletrencefalografia digital, mapeamento cerebral, potenciais evocados, ressonância funcional e tomografia por emissão de pósitrons. Estes estudos abrem novas perspectivas e outras questões surgem com seus resultados. Por meio de um levantamento bibliográfico de mais de 1.100 artigos, desde 1809 até 1999, em língua inglesa, francesa, espanhola, portuguesa, alemã e holandesa, procuramos separar o que consideramos mais relevante no estudo dos mecanismos neuropsicofisiológicos da hipnose e sua evolução. Diante do que foi exposto podemos concluir: (1) não existe ainda evidência fisiológica da dissociação entre as funções das áreas heteromodais, (filosofar, abstrair, calcular, estas áreas correspondem a 70% de todo o córtex) áreas unimodais sensitivas (áreas mais próximas das áreas de projeção sensitiva e sensorial. São responsáveis pelo processamento de apenas uma modalidade sensitiva, por exemplo, visão) e áreas motoras; (2) durante a indução praticamente todo hemisfério cerebral esquerdo é ativado, e nas fases de sugestão, analgesia e alucinação existe visível ativação do giro anterior do cíngulo à direita; (3) alucinar sob hipnose e imaginar em estado de vigília são eventos que para ocorrerem utilizam circuitos cerebrais distintos (na imaginação o giro anterior do cíngulo não está envolvido – área componente do sistema límbico); (4) por meio da hipnose podemos alterar consideravelmente funções que envolvem o Sistema Nervoso Autônomo responsável pelas funções primitivas ligadas ao hipotálamo e tronco cerebral por influência da palavra e do rapport, tais quais: aumento da freqüência cardíaca, redução da pressão arterial, sialosquiese (redução da salivação), ou mesmo reduzir o fluxo sangüíneo arterial das extremidades – mensurado em doppler – etc...

 

 

ATUALIZAÇÃO

 

Realizamos estudo com mais de 198 artigos sobre hipnose publicados desde 2000, inclusive até maio de 2001. Interessante ressaltar que teorias que envolvem a biologia molecular sobrepõem o conhecimento dos circuitos neurais durante o processo hipnótico, complementando a conexão entre sociopsíquicos (conseguir um emprego e deste modo alegrar-se com isto, ficar mais motivado e feliz) e psicossomáticos (adoecer por um processo infeccioso por conta de uma depressão, produto de uma reflexão consciente ou inconsciente, ou mesmo por causa de uma noticia desagradável...) desde a exterocepção (informações vindas do ambiente das mais variadas formas e significados) e incluindo mensageiros químicos tais quais os immediates early genes (IEgs), já são conhecidos mais de cem(100), os quais parecem ser produzidos já nos primeiros minutos de qualquer evento resultado de um relacionamento – tal qual hipnose. Estes mensageiro químicos orientam a expressão genética de todas as células de nosso corpo assim como a ativação circuitual neural que resultara em um determinado comportamento, sentimento, estado de humor, ou mesmo a produção de determinados hormônios, neuromoduladores, neutransmissores, enzimas, ou mesmo a expressão genética para as interleucinas-2, reduzindo a função imunológica.

Deste modo, associando tais conhecimentos com a teoria de Rhodes, parece haver durante a indução hipnótica por meio da palavra, ativação do hemisfério cerebral esquerdo, região occipital e giro do cíngulo. Com o aprofundamento, desativa-se o giro frontal superior esquerdo com redução da atividade elétrica para o ritmo beta 3, o que parece incrementar a capacidade de pensamento dedutivo, o que faz o cérebro do individuo crer que a mensagem sugerida é real, respondendo à ele através de sua conduta psicossocial e orgânica. Isto se concretiza por meio da ativação de diversos circuitos que envolvem áreas de memória, áreas heteromodais – de associação – o giro anterior cíngulo à direita, formação reticular, e até a medula (mecanismo de analgesia por hipnose) entre outras áreas. Trabalhos dos últimos cinco anos apontam para o fato de que a capacidade de gerar imagem interna ou externa ( imaginação e alucinação hipnótica) são fundamentais para que o cérebro aceite uma idéia como real (sugestão) e reaja como tal. Este elemento talvez seja o responsável pela ativação dos IEgs que desencadearão a transcrição do DNA que resultara em uma resposta fisiológica que pode envolver o Sistema Nervoso Autônomo, Sistema Endócrino, Sistema Imunológico, Neuromoduladores, e enfim determinar como os circuitos neurais serão ativados para uma determinada função, por exemplo, a sensação de bem estar, a confiança ou mesmo a analgesia.

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

FREESE,A.S. Como a Hipnose pode ajudar você. Editora Pensamento: São Paulo.

GONZAGA. Hipnologia em Medicina Odontológica e Psicologia. Santos Editora.

MAIA, J.P. Curso de Hipnose – Sociedade de Hipnose Médica de São Paulo, 1998.

MELLO, P. Mecanismos Neuropsicofisiológicos da Hipnose. Editora: Atheneu. (previsão para publicação até dezembro de 2003).

Bauer, Sofia M. F. (2002) HIPNOTERAPIA ERICKSONIANA PASSO A PASSO. Editora Livro Pleno.

- Cordioli, Aristides Volpato, (1993) Psicoterapia: Abordagens Atuais –Artes Médicas.

- Cozolino, Louis (2002) The Neuroscience of Psychotherapy: Building and Rebuilding the Human Brain, New York, W W Norton.

- Cozolino, Louis (2006) The Neuroscience of Human Relationships: Attachment and the Developing Social Brain, New York, W W Norton.

CALDEIRA,G.; MATINS,J.D. Psicossomática, Teoria e Prática. 2.ed. 2001. Medsi. Rio de Janeiro.

FREUD,S. Interpretação de Sonhos. Copyright- Portuguese translation by IMAGO EDITORA 1972.Parte 2. vol.5

GARMA, A. A Psicanálise, Teoria Clínica e Técnica. Porto Alegre, Artes Médica. 1984.

http://br.geocities.com/jcdaraujo/

http://fundamentosfreud.vilabol.uol.com.br/

 

PSICOLOGIA INFANTIL - Graziele de Moraes Wippel

 

A psicoterapia infantil tem como objetivo favorecer o bem estar e a qualidade de vida da criança e de sua família.

As razões que levam os pais ou responsáveis a procurarem terapia para suas crianças são inúmeras, mais podemos destacar algumas como: agressividade, timidez, hiperatividade, depressão, stress, obesidade, desenvolvimento social e emocional, etc.

É fundamental a participação dos pais no processo da terapia, pois o propósito é muitas vezes favorecer conhecimento e repertorio comportamental aos pais, para que assim eles possam participar ativamente das interações com seus filhos.

 

Orientação Vocacional e Profissional

 

A escolha da profissão é uma das atividades mais importante na vida do jovem.
Hoje existe uma vasta variedade de cursos, onde muitas vezes pode tornar a escolha confusa. Por isso a Orientação é importante, pois ajuda o jovem a tomar uma decisão mais consciente.
Na orientação vocacional/profissional não é realizado somente os tradicionais testes e sim, técnicas de autoconhecimento, avaliações, dinâmicas, questionários, orientações e pesquisas sobre os vários tipos de cursos/profissões que existem. Proporcionando ao jovem uma escolha mais adequada.

Existe diferença entre Orientação Vocacional e Orientação Profissional?
Normalmente se utiliza a Orientação Vocacional para adolescentes que estão com dúvidas sobre que curso/faculdade escolher ou que já começaram um curso e não se identificaram com ele.
E a Orientação Profissional é utilizada para aqueles que já estão no mercado de trabalho, só que não estão satisfeitos com seu emprego ou deseja saber se está na profissão adequada.
A orientação tem a função de auxiliar o jovem através do autoconhecimento, reconhecer suas habilidades, interesses, características pessoais, valores e, também sobre o mercado de trabalho e as profissões.
É importante o jovem fazer essa reflexão sobre si, saber o que gosta e o que não gosta, seus valores e interesses.
Fazendo essas reflexões sobre si e sobre as profissões, provavelmente o jovem apresentara uma probabilidade mínima de se arrepender da escolha do curso.
A orientação vocacional/profissional não tem o objetivo de apontar qual a carreira que o jovem deve seguir, mas sim de mostrar as áreas de atuação para as quais esse jovem tem maior aptidão, interesse e habilidade, para que assim ele próprio possa tomar uma decisão (
Saiba mais).
 

 

 

Terapia Cognitivo-Comportamental

 

A terapia Cognitivo - Comportamental (TCC) é uma terapia que se destaca por ser breve, estruturada, educativa e orientada para os problemas atuais da vida do paciente. Tal abordagem está embasada em uma série de estudos científicos que comprovam sua eficácia.

.A Psicoterapia Cognitivo-Comportamental Infantil visa desenvolver, na criança, meios para que ela possa lidar com o mundo a sua volta de forma saudável. Com o compromisso de ajudar a família a interagir e a participar de todos os processos de aprendizagem pelos qual a criança passará e promover o bom relacionamento entre pais e filhos.

Durante a terapia o atendimento é feito de maneira delicada e lúdica onde a criança pode sentir-se à vontade com atividades adaptadas para sua faixa etária tais como pinturas, desenhos, jogos e histórias, com o objetivo de criar uma relação de afeto e confiança entre a criança e o terapeuta. As sessões são oportunidades para que ela fale de seus medos, seus desejos, pensamentos e sentimentos, assim como torna possível que o terapeuta observe seus comportamentos e desenvolva na criança novas habilidades comportamentais.
Fonte: http://www.terapiacc.com.br/atuacao.html

 

 

 

 

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