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PSICOTERAPIA |
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A psicoterapia é um processo de
autoconhecimento que desenvolve a capacidade de auto-observação, levando
a um crescimento pessoal, a um olhar para si mesmo, carinhoso e
construtivo. Possibilita ao indivíduo, efetuar leituras de seus
sentimentos, pensamentos e ações, permitindo uma compreensão do padrão
comportamental adotado por ele. Desenvolve a habilidade de administrar
as emoções, a lidar com as dificuldades do ser humano, diante de crises
existenciais, conflitos conjugais e familiares, como também é um
importante recurso para o tratamento de transtornos
mentais, distúrbios psicossomáticos.
O processo terapêutico oportuniza a
compreensão e a mudança de padrões de vínculos afetivos e a melhoria das
interações sociais, refletindo na melhoria em sua qualidade de vida.
A Psicoterapia possui também uma função
educativa, preparando o indivíduo para a vida, pois possibilita um
espaço de reflexão e de construção, que servirá na orientação das
escolhas e posturas adotadas na ciranda da vida.
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OS PRAZOS ADOTADOS NOS PROCESSOS
TERAPÊUTICOS
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Os prazos estão relacionados com os
objetivos definidos, dependendo da abordagem adotada. Em Psicoterapia
Breve em que são focados os objetivos específicos há possibilidade de
atingir resultados significativos em períodos de 3 meses à 12 meses, em
outras abordagens, há muitos processos terapêuticos profundos que se
encerram satisfatoriamente em prazos inferiores à 3 anos.Há casos que
necessitam de um trabalho terapêutico mais prolongado.
A terapia também pode ser entendida como
um acompanhamento do processo de vida do indivíduo, onde são trabalhadas
as situações do cotidiano e todas as transformações que ocorrem ao longo
desta jornada. Nestes casos o processo terapêutico não tem prazo
definido, dependerá do comum acordo efetuado entre o terapeuta e o
cliente.
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PSICOTERAPIAS E ALGUMAS ABORDAGENS
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A área da Psicologia conta atualmente com
várias escolas teóricas, apoiadas na fundamentação teórica, se
estruturam as abordagens terapêuticas. Abordagens que mais tem se
destacado: Psicanalítica, cognitiva-comportamental,
Fenomenológica-existencial, etc. com vários ramos e derivações.
As teorias
psicológicas apresentam quatro elementos básicos:
-Teoria
sobre a estruturação e funcionamento da mente humana.
-Teoria
do desenvolvimento psicológico do ser humano.
-Teoria
dos Transtornos Mentais e Distúrbios Psicossomáticos.
-Teoria
do processo terapêutico.
As teorias oferecem um embasamento
teórico, fundamentadas na prática terapêutica, já cientificamente
comprovadas, o que permite ao terapeuta desempenhar com segurança seu
trabalho.
Há alguns tipos de psicoterapia, conforme
as necessidades e a configuração dos problemas, sendo os principais:
Psicoterapia Individual para crianças,
adolescentes, adultos e idosos.
Psicoterapia de Grupo
Psicoterapia de Casal
Psicoterapia de Família
Psicoterapia Institucional
Atendimento em situações de Emergência e
Crise
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O VÍNCULO TERAPÊUTICO
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O sucesso de um processo
terapêutico, também está relacionado com o vínculo
terapêutico estabelecido entre terapeuta e seu paciente. Ao
estabelecer o enquadre clínico, com um vínculo que favoreça
a expressão dos sentimentos, possibilitando o acesso ao
mundo interno, numa relação de transparência e respeito por
este ser, é o que promoverá as transformações, refletindo na
melhoria da sua qualidade de vida.
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PSICANÁLISE
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A psicanálise é um método de tratamento
psíquico e de investigação do inconsciente desenvolvido por Sigmund
Freud (1856-1939). Nascido no ano de 1856 em Freiberg, na
Morávia, Sigmund Freud é considerado o pai da psicanálise. Estudou
medicina na Universidade de Viena e desde cedo se especializou em
neurologia. Seus estudos foram os pioneiros acerca do inconsciente
humano e suas motivações. Ele, durante muito tempo (de fins do século
passado até início do nosso século), trabalhou na elaboração da
psicanálise. O método psicanalítico de Sigmund Freud consistia em
estabelecer relações entre tudo aquilo que o paciente lhe mostrava,
desde conversas, comentários feitos por ele, até os mais diversos sinais
dados do inconsciente.
“ A teoria Psicanalítica
fundamenta-se no estudo de sexualidade infantil, do inconsciente, da
transferência, do conflito psíquico, como o responsável pela a formação
dos sintomas e de aspecto do caráter considerado patológicos. E propõe
modificações de caráter através da obtenção de insight a análise
sistemática da neurose.” (Cordioli, AristidesVolpato, 1993, p 04)
Este método da ênfase as associações
livres do paciente como um meio de acesso a conteúdos inconscientes. A
interpretação psicanalítica busca pontuar alguma coisa inconsciente a
tornar-se consciente, pelo processo de nomeá-la no momento em que está
lutando por irromper, possibilitando ao paciente perceber suas
resistências e tomar conhecimento de suas reais dificuldades.
Freud salientava que somos regidos por
dois instintos, o Instinto de vida e o instinto de morte. Enfatizava a
influência dos impulsos na vida do ser humano e seus conflitos em
decorrência da repressão dos mesmos, pontuando que os impulsos
irracionais retratam nossos pensamentos, sentimentos e podem traduzir
nossas necessidades que foram reprimidas e que numa avalanche muitas
vezes vem a tona, por ex o instinto sexual. Como também podem
apresentar-se disfarçados de várias formas e que às vezes não chegamos a
ter consciência de nossos desejos, pois eles são por nós proibidos, isto
é reprimidos.
Freud revolucionou quando defendeu a
hipótese que existe uma sexualidade infantil, o que era absurdo na
época, contrariando aqueles que dizem que a sexualidade só surge no
início da puberdade, defendendo a idéia da repressão de nossos desejos
sexuais, os quais foram reprimidos quando éramos crianças, Estes desejos
e instintos, sensibilidade sensitiva que todos nós temos, são a parte
inconsciente de nossa mente chamada ID. É onde armazenamos
tudo o que foi reprimido, todas as nossas necessidades insatisfeitas.
"Princípio do prazer" é esta parte que existe em cada um de nós. Mas
existe uma função reguladora deste "princípio do prazer", que atua como
uma censura ante aos nossos desejos, que é chamada de EGO.
Precisamos desta função reguladora para nos ajustarmos em nosso contexto
social.
Desde pequeno somos educados a
adotar posturas adequadas, as quais são aceitas pelo o grupo social ao
qual pertencemos. Sabemos que para sermos aceitos temos que nos adequar
a determinadas regras estabelecidas por este consenso social, A
consciência do que podemos ou não fazer, de acordo com as regras desta
sociedade, é a parte de nossa mente denominada SUPEREGO
(princípio da realidade). O Ego vai se apresentar como regulador entre o
Idi e o Superego, para que possamos adequar nossos desejos com que é
moralmente aceito pela a sociedade. A repressão de nossos desejos, com o
passar do tempo será o desencadeante de vários conflitos e transtornos
emocionais. O paciente neurótico está sempre em conflito, lutando para
eliminar de seu consciente, tudo aquilo que o perturba (desejos
reprimidos) mas que são moralmente condenáveis.
A psicanálise fundamenta-se sobre três
pilares: a censura, o conteúdo psíquico dos instintos sexuais e o
mecanismo de transferência. A censura é representada pelo superego,
que inibe os instintos inconscientes para que eles não sejam
manifestados. Muitas vezes a tarefa do superego não é desempenhada
adequadamente, a censura é manipulada, num processo de disfarce,
desenvolvendo sintomas neuróticos. Estes sintomas estão a assinalar que
algo esta errado, provocando sofrimento. Existem diversas formas de
manifestarmos nossos instintos inconscientes: os atos falhos, que podem
desnudar os segredos mais íntimos e os sonhos. Os atos falhos são ações
inconscientes, que retratam desejos reprimidos e que podem estar
presente estão em nosso cotidiano. Nos sonhos, o nosso inconsciente (id)
se comunica com o nosso consciente (ego) e revelamos o que não queremos
admitir como desejo, pelo fato da sociedade recriminar (principalmente
os de caráter sexual). Os sonhos são restos diurnos, somados a desejos
não realizados e fatos traumáticos, que são processados de forma
mascaradas para resgatar e suprir estas necessidades.
Os instintos sexuais são os mais
reprimidos, por conta da religião e da moral defendida pela sociedade.
Dentro deste contexto o mecanismo de censura torna-se mais falho,
desencadeando os sintomas neuróticos. Freud afirma em sua teoria sobre a
sexualidade, que há sinais destes instintos no início da vida extra
uterina, constituindo a libido.
A libido é aflorada no ser humano a
partir do nascimento à puberdade, períodos de gradativa diferenciação
sexual. O período inicial, onde a libido está direcionada para o próprio
corpo, constitui a fase oral de 0 à 02 anos e a fase anal de 02 à 04
anos. O período edipiano, que se caracteriza por uma fixação libidinal
entre os 4 e os 5 anos, também conhecida como "complexo de Édipo", pelo
qual a libido, já é dirigida aos objetos do mundo exterior, fixa a sua
atenção no genitor do sexo oposto, num sentido evidentemente incestuoso.
O período de latência, iniciado logo após a fase edipiana, só irá
terminar com a puberdade, quando então a libido toma direção sexual
definida.
A saúde emocional do indivíduo está muito
relacionada ao bom desenvolvimento destes períodos, Traumas, fixações em
uma dessas fases poderão ser o desencadeante de transtornos emocionais..
Último dos pilares da psicanálise, a
transferência, é uma ferramenta importantíssima no tratamento do
paciente. O vínculo estabelecido entre analista e paciente possibilitará
o acesso ao mundo das emoções, permitindo ao paciente transferir para o
analista suas pulsões.tanto positivas como negativas. É através dos
conteúdos contratransferências que o analista poderá sentir e
compreender melhor o que seu paciente sente. O aflorar destas reações e
a análise sistemática da transferência é o que constitui o ponto central
da Técnica psicanalista.
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HIPNOTERAPIA
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A Hipnoterapia é um procedimento que
utiliza a hipnose como parte predominante do conjunto terapêutico. A
Hipnose não é uma terapia, é somente mais uma ótima ferramenta utilizada
num processo terapêutico, que contribui para acessar o inconsciente de
uma maneira ágil. Pode ser exercida por profissionais especificamente
preparados, e que atuam nas áreas da: medicina, psicologia, odontologia,
com fins clínicos. Deve observar as precauções que a ciência e a ética
requerem, tanto do profissional que a emprega, como do paciente que a
aceita.
“Hipnose é um estado alterado de
consciência”, ou “ é um estado de consciência no qual o conhecimento que
você adquiriu durante toda sua vida e que você usa automaticamente
torna-se , de repente, disponível [...]” (Milton H. Erickson.)
“Hipnose é um estado temporário de
atenção modificada que se caracteriza por uma sugestionalidade
aumentada[...]’’(Abrahan Mason.)
“Hipnose abrange qualquer procedimento
que venha causar, por meio de sugestões, mudanças no estado físico e
mental, podendo produzir alterações na percepção, nas sensações, no
comportamento, nos sentimentos, nos pensamentos e na memória [...]”
(Sociedade Brasileira de Hipnose.)
“Hipnose é um estado de estreitamento de
consciência, geralmente provocado artificialmente, que se parece com o
sono, porém dele se distingue fisiologicamente[...]” (Antonio Carlos de
Moraes Passos.)
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O OBJETIVO DA HIPNOTERAPIA
ERICKSONIANA
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“A indução e manutenção do transe servem
para promover um estado psicológico especial, no qual os pacientes podem
reassociar e reconhecer suas complexidades interiores e utilizar suas
próprias capacidades em manejá-las de acordo com suas experiências de
vida[...]” ( Milton H. Erickson, The Collet Paper,1980, vol.4, p.18)
A Hipnose otimiza e maximiza, em qualquer
tratamento, todos os resultados, além do relaxamento, reeducar o ritmo
orgânico, o que gera saúde.
Alguns autores, a nível neuroendócrino,
sugerem que a hipnose, por si só, em alguns casos, pode auto-regular o
organismo.
XLV – Mecanismos
Neuropsicofisiológicos da Hipnose
MELLO,P. (2000) – Dissertação de
Mestrado Universidade Metodista de São Paulo
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RESUMO
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Temos observado que nos últimos anos a
hipnose vem sendo cada vez mais utilizada nos meios científicos e
acadêmicos como importante instrumento de estudo e auxilio clínico nas
áreas de Medicina, Psicologia e Odontologia. A cada ano o número de
artigos publicados na área aumenta visivelmente. Com o avanço
tecnológico, a hipnose vem sendo estudada por meio de exames como
eletrencefalografia digital, mapeamento cerebral, potenciais evocados,
ressonância funcional e tomografia por emissão de pósitrons. Estes
estudos abrem novas perspectivas e outras questões surgem com seus
resultados. Por meio de um levantamento bibliográfico de mais de 1.100
artigos, desde 1809 até 1999, em língua inglesa, francesa, espanhola,
portuguesa, alemã e holandesa, procuramos separar o que consideramos
mais relevante no estudo dos mecanismos neuropsicofisiológicos da
hipnose e sua evolução. Diante do que foi exposto podemos concluir: (1)
não existe ainda evidência fisiológica da dissociação entre as funções
das áreas heteromodais, (filosofar, abstrair, calcular, estas áreas
correspondem a 70% de todo o córtex) áreas unimodais sensitivas (áreas
mais próximas das áreas de projeção sensitiva e sensorial. São
responsáveis pelo processamento de apenas uma modalidade sensitiva, por
exemplo, visão) e áreas motoras; (2) durante a indução praticamente todo
hemisfério cerebral esquerdo é ativado, e nas fases de sugestão,
analgesia e alucinação existe visível ativação do giro anterior do
cíngulo à direita; (3) alucinar sob hipnose e imaginar em estado de
vigília são eventos que para ocorrerem utilizam circuitos cerebrais
distintos (na imaginação o giro anterior do cíngulo não está envolvido –
área componente do sistema límbico); (4) por meio da hipnose podemos
alterar consideravelmente funções que envolvem o Sistema Nervoso
Autônomo responsável pelas funções primitivas ligadas ao hipotálamo e
tronco cerebral por influência da palavra e do rapport, tais
quais: aumento da freqüência cardíaca, redução da pressão arterial,
sialosquiese (redução da salivação), ou mesmo reduzir o fluxo sangüíneo
arterial das extremidades – mensurado em doppler – etc...
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ATUALIZAÇÃO
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Realizamos estudo com mais de 198 artigos
sobre hipnose publicados desde 2000, inclusive até maio de 2001.
Interessante ressaltar que teorias que envolvem a biologia molecular
sobrepõem o conhecimento dos circuitos neurais durante o processo
hipnótico, complementando a conexão entre sociopsíquicos (conseguir um
emprego e deste modo alegrar-se com isto, ficar mais motivado e feliz) e
psicossomáticos (adoecer por um processo infeccioso por conta de uma
depressão, produto de uma reflexão consciente ou inconsciente, ou mesmo
por causa de uma noticia desagradável...) desde a exterocepção
(informações vindas do ambiente das mais variadas formas e significados)
e incluindo mensageiros químicos tais quais os immediates early genes
(IEgs), já são conhecidos mais de cem(100), os quais parecem ser
produzidos já nos primeiros minutos de qualquer evento resultado de um
relacionamento – tal qual hipnose. Estes mensageiro químicos orientam a
expressão genética de todas as células de nosso corpo assim como a
ativação circuitual neural que resultara em um determinado
comportamento, sentimento, estado de humor, ou mesmo a produção de
determinados hormônios, neuromoduladores, neutransmissores, enzimas, ou
mesmo a expressão genética para as interleucinas-2, reduzindo a função
imunológica.
Deste modo, associando tais conhecimentos
com a teoria de Rhodes, parece haver durante a indução hipnótica por
meio da palavra, ativação do hemisfério cerebral esquerdo, região
occipital e giro do cíngulo. Com o aprofundamento, desativa-se o giro
frontal superior esquerdo com redução da atividade elétrica para o ritmo
beta 3, o que parece incrementar a capacidade de pensamento dedutivo, o
que faz o cérebro do individuo crer que a mensagem sugerida é real,
respondendo à ele através de sua conduta psicossocial e orgânica. Isto
se concretiza por meio da ativação de diversos circuitos que envolvem
áreas de memória, áreas heteromodais – de associação – o giro anterior
cíngulo à direita, formação reticular, e até a medula (mecanismo de
analgesia por hipnose) entre outras áreas. Trabalhos dos últimos cinco
anos apontam para o fato de que a capacidade de gerar imagem interna ou
externa ( imaginação e alucinação hipnótica) são fundamentais para que o
cérebro aceite uma idéia como real (sugestão) e reaja como tal. Este
elemento talvez seja o responsável pela ativação dos IEgs que
desencadearão a transcrição do DNA que resultara em uma resposta
fisiológica que pode envolver o Sistema Nervoso Autônomo, Sistema
Endócrino, Sistema Imunológico, Neuromoduladores, e enfim determinar
como os circuitos neurais serão ativados para uma determinada função,
por exemplo, a sensação de bem estar, a confiança ou mesmo a analgesia.
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BIBLIOGRAFIA
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FREESE,A.S. Como a Hipnose pode ajudar
você. Editora Pensamento: São Paulo.
GONZAGA. Hipnologia em Medicina
Odontológica e Psicologia. Santos Editora.
MAIA, J.P. Curso de Hipnose –
Sociedade de Hipnose Médica de São Paulo, 1998.
MELLO, P. Mecanismos
Neuropsicofisiológicos da Hipnose. Editora: Atheneu. (previsão para
publicação até dezembro de 2003).
Bauer, Sofia M. F. (2002) HIPNOTERAPIA
ERICKSONIANA PASSO A PASSO. Editora Livro Pleno.
- Cordioli,
Aristides Volpato, (1993) Psicoterapia: Abordagens Atuais –Artes
Médicas.
- Cozolino, Louis
(2002) The Neuroscience of Psychotherapy: Building and Rebuilding the
Human Brain, New York, W W Norton.
- Cozolino, Louis (2006) The Neuroscience of Human Relationships:
Attachment and the Developing Social Brain, New York, W W Norton.
CALDEIRA,G.; MATINS,J.D. Psicossomática,
Teoria e Prática. 2.ed. 2001. Medsi. Rio de Janeiro.
FREUD,S. Interpretação de Sonhos.
Copyright- Portuguese translation
by IMAGO EDITORA 1972.Parte 2. vol.5
GARMA, A. A Psicanálise, Teoria Clínica e
Técnica. Porto Alegre, Artes Médica. 1984.
http://br.geocities.com/jcdaraujo/
http://fundamentosfreud.vilabol.uol.com.br/
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A
psicoterapia infantil tem como objetivo favorecer o bem estar e a
qualidade de vida da criança e de sua família.
As
razões que levam os pais ou responsáveis a procurarem terapia para suas
crianças são inúmeras, mais podemos destacar algumas como:
agressividade, timidez, hiperatividade, depressão, stress, obesidade,
desenvolvimento social e emocional, etc.
É fundamental a
participação dos pais no processo da terapia, pois o propósito é muitas
vezes favorecer conhecimento e repertorio comportamental aos pais, para
que assim eles possam participar ativamente das interações com seus
filhos.
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Orientação
Vocacional e Profissional
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A escolha da profissão é uma das
atividades mais importante na vida do jovem.
Hoje existe uma vasta variedade de cursos, onde muitas vezes pode tornar
a escolha confusa. Por isso a Orientação é importante, pois ajuda o
jovem a tomar uma decisão mais consciente.
Na orientação vocacional/profissional não é realizado somente os
tradicionais testes e sim, técnicas de autoconhecimento, avaliações,
dinâmicas, questionários, orientações e pesquisas sobre os vários tipos
de cursos/profissões que existem. Proporcionando ao jovem uma escolha
mais adequada.
Existe diferença entre Orientação Vocacional e Orientação
Profissional?
Normalmente se utiliza a Orientação Vocacional para adolescentes que
estão com dúvidas sobre que curso/faculdade escolher ou que já começaram
um curso e não se identificaram com ele.
E a Orientação Profissional é utilizada para aqueles que já estão no
mercado de trabalho, só que não estão satisfeitos com seu emprego ou
deseja saber se está na profissão adequada.
A orientação tem a função de auxiliar o jovem através do
autoconhecimento, reconhecer suas habilidades, interesses,
características pessoais, valores e, também sobre o mercado de trabalho
e as profissões.
É importante o jovem fazer essa reflexão sobre si, saber o que gosta e o
que não gosta, seus valores e interesses.
Fazendo essas reflexões sobre si e sobre as profissões, provavelmente o
jovem apresentara uma probabilidade mínima de se arrepender da escolha
do curso.
A orientação vocacional/profissional não tem o objetivo de apontar qual
a carreira que o jovem deve seguir, mas sim de mostrar as áreas de
atuação para as quais esse jovem tem maior aptidão, interesse e
habilidade, para que assim ele próprio possa tomar uma decisão
(Saiba
mais).
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Terapia Cognitivo-Comportamental
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A terapia Cognitivo -
Comportamental (TCC) é uma terapia que se destaca por ser breve,
estruturada, educativa e orientada para os problemas atuais da vida do
paciente. Tal abordagem está embasada em uma série de estudos
científicos que comprovam sua eficácia.
.A Psicoterapia
Cognitivo-Comportamental Infantil visa desenvolver, na criança, meios
para que ela possa lidar com o mundo a sua volta de forma saudável. Com
o compromisso de ajudar a família a interagir e a participar de todos os
processos de aprendizagem pelos qual a criança passará e promover o bom
relacionamento entre pais e filhos.
Durante a terapia o atendimento
é feito de maneira delicada e lúdica onde a criança pode sentir-se à
vontade com atividades adaptadas para sua faixa etária tais como
pinturas, desenhos, jogos e histórias, com o objetivo de criar uma
relação de afeto e confiança entre a criança e o terapeuta. As sessões
são oportunidades para que ela fale de seus medos, seus desejos,
pensamentos e sentimentos, assim como torna possível que o terapeuta
observe seus comportamentos e desenvolva na criança novas habilidades
comportamentais.
Fonte:
http://www.terapiacc.com.br/atuacao.html
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